
De mãos atadas, encontro-me coagido
Desafiando a mente, desafino meu subconsciente
Com o pensamento à essa altura adormercido
Perco os sentidos vagarosamente.
Desperto em plena escuridão
Que entranha-se no meu âmago
Atingido pela profunda solidão
Sinto o revirar do estômago.
Dores latejando
Pela superfície do meu corpo
Que já se liquidando
Desfaz-se em um sub-corpo.
-MURILO GOMES DA COSTA






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